terça-feira, novembro 27, 2007

Cuba Libre, parte 2

Acho que tive uma infância feliz, mas dela não tenho nostalgia. Sempre quis andar para a frente, de preferência em linha recta para não perder muito tempo, e olhar para trás cansa-me.

Porque uma ilha às vezes é pequena demais para o mar que a rodeia.

3 comentários:

wednesday disse...

Menina, tem um prémio à espera lá no meu cantinho...

Olha em frente senão cais:P

Ricardo Fonseca disse...

Olhar para trás também faz sentido...nem que seja para lembrar onde já estivemos...

anónimo não alcoólico disse...

Uma ilha transforma-nos a vida num círculo fechado.